domingo, 16 de outubro de 2011

Steve, não está mais. Até quando estaremos?

                                                                                    Dc. Edson Cavalcante dos Santos.
Gênios na humanidade são reconhecidos a partir de sua morte, pelo menos são reconhecidos. Pior, são os verdadeiros profetas de Deus que além de serem ignorados e odiados como tais, quando possível, são exterminados.
A decadência política em nosso país não é novidade pra ninguém e está associada a descrédito, falcatrua, desonestidade, hipocrisia e coisas assim indecorosas. Computamos isso a justiça falha, ao pragmatismo em seu sentido mais perverso e deturpado. Impunidade alimenta males.
Esse quadro deflagra um desânimo com o rumo social e político, induzindo a pensar que estamos no pior dos mundos. Acontece que quando entramos nos meandros da “política” religiosa, constatamos que toda aquela maléfica postura está também incrustada nas entidades denominacionais com tudo de negativo elevado a potencia de milhares.
É claro que alguns dirão que não é bem assim. Pergunto então, se não é bem assim, seria pior? Porque melhor definitivamente não é. Explico, na política prevalece o egoísmo, o interesse próprio, perspectiva de impunidade e todo um lidar com coisas temporais, passageiras, logo, a concepção da inexistência de um julgamento de fato pra valer. A igreja trata com coisas atemporais, eternas e tendo o Senhor Deus como justo juiz. Parece que essa percepção desbotou, confundiu e misturou tudo ao nível cenográfico.
Talvez isso explique por que igrejas transformam-se em verdadeiras “ONGS”, preferem causas terrenas em detrimento das eternas. Quem sabe, seria isso fruto da cauterização da própria consciência iludindo-se de que tratamos com alguém que se deixa iludir? Essa maré de política suja impede reconhecer a igreja como agencia do céu, travestindo-a de um programa do aqui e agora. Até nisso seguimos a rota dos “políticos”, surfando em fajutas “ações sociais”.
Concordo que é uma radiografia detestável. Talvez o compromisso com os ainda inocentes e a necessidade de continuar de alguma forma com o Evangelho aos perdidos nos impeça discutir abertamente descaminhos nas lideranças. Mas atentar para o submundo religioso é ver uma hipocrisia, que se não for igual, é pior que a dos fariseus.
Admito razões diversas para silenciar, mas o fato é que a descaracterização religiosa supera negativamente a pior das políticas.
É dolorido abrir ferida, não gostamos de coisas amargas nem de bebidas ácidas, curiosamente essas são as mais medicativas e necessárias. Aliás, gostando ou não, o condicionamento alimentar em nosso estômago se dá com ácido forte.
De Elias a Jesus, por conta da necessária acidez os profetas foram odiados. Prova de que o mundo no aspecto verdade não evolui. Infelizmente a religiosidade rema nesse barco.
“O mundo jaz no maligno” (1Jo 5.19). Não tenho dúvidas de que o maligno tem entrado onde não deveria.

Rio, 07 de outubro de 2011.

sábado, 24 de setembro de 2011

Declaração Doutrinária? Princípio Batista?

São documentos que nos caracterizam. Nossa DD é filha direta das chamadas Confissões de fé, que por sua vez originaram no Credo Apostólico.
Declaração doutrinária é um documento importante que sistematiza a idéia padrão dos batistas a respeito do que cremos e como interpretamos a Bíblia que é nossa única regra de fé e prática. A importância da DD não a perpetua e ela pode mudar como tem acontecido.
Paralelo a DD temos o documento chamado de princípios batistas, que não é tão conhecido, mas é mais importante do que a DD, exatamente porque princípio não muda, ele é o caráter histórico. Princípio, não é o que penso nem o que quero que seja, ele é o que é e orbita acima do que penso.
O princípio do crente é o temor ao Senhor, e quem não teme não é crente, tão simples assim. O batista que abandona seus princípios, na verdade nunca foi e nunca os teve de fato, tal qual a resposta de 1João 2.16. Saiu, porque na verdade nunca foi dos nossos.
Acontece que essa aplicação hoje é pior, porque antes quem não era ou se achava diferente, saia e procurava seu rumo, agora, esses não saem, porque acham que se pode mudar princípio, ou melhor, esquecer esse negócio de princípio, caráter, histórico etc.
O tal “guarda-chuva” gigante e multicolorido, que vira um grande pára-quedas e logo será um animado circo, denuncia o ecumenismo estranho camuflando que existe de fato uma babel doutrinária nessa sombra. Cada vez mais sutil aos cegos, e escancarado aos mais atentos, que entra pela larga porta da entorpecente música gospel contemporânea, principalmente.
Este resultado denuncia a falta de uma coisa, PRINCÍPIO. Com essa consideração, lamento dizer que nessa sombra tudo está perdido, tudo mesmo. É uma linda casa, bem pintada, de frente para o mar e uma rede na varanda, mas sobre a areia. Trágico equívoco...!
“quem é sábio, para que entenda estas coisas? Quem é prudente para que as saibas? Porque os caminhos do Senhor são retos, e os justos andarão neles, mas os transgressores neles cairão (Oséias 14.9).”
Rio de Janeiro, 20 de setembro de 2011.
Edson Cavalcante dos Santos

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

PÚLPITOS VAZIOS

PR. TIMOFEI DIACCOV
Púlpito é o lugar de onde o pregador do evangelho anuncia a palavra de Deus. Quando usamos o termo púlpito vazio, queremos dizer que certos pregadores não têm mensagem para o povo. Isto nos faz lembrar certo caso que ocorreu nos dias do rei Davi, quando o seu filho morreu na batalha contra o seu próprio pai. Havia dois soldados seus, que desejavam levar-lhe a triste mensagem. Entretanto, só um deles estava em condições de fazê-lo, enquanto que ao outro foi dito: “Por que tu queres levar a nova ao rei, pois não tens mensagem?” O nosso Rei chamado Jesus Cristo foi morto; e essa Morte e Ressurreição o próprio Jesus ordenou que Seus pregadores divulgassem no mundo inteiro. Porém, nem todos os que se apresentam e ocupam púlpitos, têm mensagem adequada. Alguém disse que tambor vazio faz muito estrondo ou barulho: quanto mais vazio, tanto mais estrondoso é. Assim são esses pseudo-s pregadores do Evangelho. Por outro lado, há outros que não têm unção. E o povo, sai faminto, assim como entrou no templo. O assunto é muito sério, pois está em jogo a vida e a morte daquele que se considera ovelha de Cristo.
Diante disto, conclui-se alguma coisa desagradável. Esses pregadores dão impressão de que não conhecem a Deus, pois Jesus disse: “Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”. Como pregar a verdade, se não a conhecem? Outros demonstram a falta de vivência com Deus. Não se dispõem a gastar algumas horas em conversa com Deus. Outros não visitam as ovelhas do Senhor que lhes foram confiadas. Outros não lêem a Bíblia, não tendo assim uma visão global do plano de Deus para levar a mensagem salvadora de Deus. Não são amigos do conhecimento; não gastam algum tempo lendo livros de grandes homens de Deus que com Ele viveram. Portanto não estão em condições de dirigir ou apascentar o rebanho de Deus. A literatura religiosa nos ensina através de homens de Deus a nos tornarmos valiosos e úteis no ministério pastoral. Qual é o resultado disto? Senão ver os templos vazios, pois as ovelhas procuram outros pastos, pois não podem resistir à fome. Outros ainda acabam voltando para o mundo pecaminoso e perverso. Leiamos o que diz o profeta Jeremias 23:1e3: “Ai dos pastores que destroem e dispersam as ovelhas do meu pasto; eu mesmo recolherei o restante das minhas ovelhas”.   
Mas, templos superlotados não significam necessariamente que estão recebendo a verdadeira mensagem de Deus; pois que, dificilmente combatem o pecado, a perversão e todo tipo de erro que Deus condena. Pregam eles a prosperidade econômica, dando mais ênfase ao enriquecimento  material do que espiritual, quando deveriam pregar a verdade que condena o pecador, e a verdade que o leva a ter um encontro de salvação, perdão e comunhão verdadeira com Deus. Por que não pregam contra o pecado? Talvez temendo o afastamento de seus ouvintes. Se lermos a história dos homens que viveram com Deus, tanto nos Evangelhos como no Antigo Testamento, entre os profetas, bem como nos tempos atuais, como esses valorosos servos de Deus enfrentaram e enfrentam perseguições; muitos deles foram sacrificados; tudo porque combateram o pecado, a injustiça e todo tipo de erro que desagrada a Deus. Não importa que alguém se afugente porque a mensagem não lhes deu sustentáculo na vida imoral ou pecaminosa; quando a ênfase deveria ser dada à salvação; como disse Jesus: “Não temais os que matam o corpo, e não podem matar a alma; temei antes aquele que pode fazer perecer no inferno a alma e o corpo” (Mt 10:28).
O Senhor Jesus Cristo, gastou três anos preparando doze homens, para que fossem pregar o evangelho da salvação da alma. Enquanto preparava-os, realizou alguns sinais prodigiosos. A Sua ênfase sempre estava na salvação do pobre pecador; nunca, porém, Ele descuidou da saúde do corpo. E recomendou buscar primeiro o reino de Deus e a Sua justiça; e todas as coisas lhe seriam acrescentadas. Antes de efetuar a cura do paralitico de Cafarnaum, perdoou os seus pecados, não se importando com aqueles que não aceitaram esta maneira de tratar a pessoa do doente. Isto nos ensina então que devamos enfatizar ao pecador o abandono de suas iniqüidades sem esta ênfase, muita gente irá para o inferno com saúde e riqueza. Disse Jesus: “Que adianta ganhar o mundo todo e perder a sua alma?” Prezado pregador do evangelho: Você quer ver o templo de sua igreja repleto de pessoas salvas? Seja então um leitor apaixonado pela palavra de Deus; seja homem de oração, conheça a Deus, ame o seu semelhante como a si mesmo; e leia bons livros a respeito de grandes homens de Deus; e assim você será um homem com palavras vivificantes; e os que vierem para ouví-lo, sairão de almas sobremaneira alimentadas.

NADA A VER COMIGO E MEU MINISTÉRIO

Pr.Jônatas David
Aconteceu a sessão de abertura da Assembléia da Convenção Batista Baiana, aqui, em Teixeira de Freitas BA, na Igreja Batista Memorial, trazendo consigo um inegável imenso número de convencionais, entre eles, nomes consagrados pela importância, serviço e dedicação à Igreja de Cristo, entre os Batistas, em nossa região, na Bahia, no Brasil e no mundo, patrimônios respeitados do Reino de Deus neste mundo. Mas, da mesma forma, aconteceu as demonstrações visíveis, muitas e inegáveis das chagas já muito profundas do câncer que nos está abatendo, desde há algum tempo, nos fazendo delirar como moribundos atazanados por nossas próprias delinquências. É claro, não vou negar ou omitir, que creio na permissão do Senhor para que no devido tempo, novas limpezas de áreas ocorram, e as heresias cumpram seu papel de tirar muito do joio do trigo já plantado.


Enquanto presenciamos isto, o que pra muitos já é algo 
rotineiro e natural acontecer, ante aplausos, danças, pentecostalismos desenfreados, politicagem partidária, neo-pentecostlismo em forma de liturgia, adoração profética em forma de manifestação artística, e outros apetrechos dos nossos modernismos apelidados de contextualizações, ritmos chamados brasileiros herdados do africanismo forçados a serem de adoração... enquanto tudo isto acontece a olhos nús, nossas lideranças indiferentes estão discutindo, usando a palavra do Secretário Geral da Convenção Batista Brasileira, se a folha usada por Adão e Eva para cobrir a nudez, se tratava da primeira manifestação de desmatamento provocada pelo pecado. Presidentes das Convenções estão a brigar, politicamente, partidariamente, pelo óbvio, pelo que em todo país, e no mundo, está ocorrendo, a questão homofóbica com seus direitos e conquistas, como se isto fosse inviabilizar o domínio e a proteção de Deus à igreja, ao Evangelho e aos salvos.


Se antes já estava convencido, agora mais ainda, não há nada em comum, comigo, meu ministério e as prioridades da Denominação Batista, pelas Convenções, Baiana e Brasileira. Não há 
nenhum interesse de se reconstruir Unidade, e com ela, por consequência, comunhão, fraternidade. Estão satisfeitos com o que está por aí. A filosofia vigente é "cada um por si, e Deus por todos", e assim, está institucionalizado uma mentira, o de que há uma denominação promissora, mesmo que mais da metade dos pastores que a compõem não sejam dignos, ou confiáveis, para assumir o púlpito uns dos outros, pois crêem e praticam, vivem e promovem os mais variados absurdos, em nome da fé, e até da denominação.

Teixeira de Freitas BA, BR, 29 de Junho de 2011

Extraído de http://prjonatasdavid.blogspot.com/2011/06/nada-ver-comigo-e-meu-ministerio.html onde você poderá ler mais.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Deus ou igreja?


Edson Cavalcante dos Santos.
Diante de distúrbios, uma citação tem sido apresentada como regra, e nos últimos dias, inquieto me coloquei a questioná-la. Trata-se da escala de prioridades em nossa relação, “primeiro Deus, segundo família e terceiro igreja”.
Ora, Jesus nos disse que a ninguém chamemos de pai (Mt 23.9) pois somos todos irmãos (v8), membros da família de Deus que é nosso pai.  A consideração a Deus e sua palavra acima de qualquer coisa não permite concorrência, está em primeiro lugar em nossa escala de prioridades e não há como contestar, pelo menos na teoria. 
No segundo lugar estaria fixada a família. Embora assuma sua importância em todos os níveis de nossa relação, também compreendo que na igreja não fazemos distinção entre irmãos e parentes, logo não haveria espaço para disputa de posições. Na igreja não temos parente, somos irmãos e o tratamento seria, portanto igualitário (Lc 8.21). No meu entender não cabe terceiro lugar, apenas primeiro e segundo, conforme são os mandamentos, amar a Deus, ao próximo e ponto.
Também não compreendo separar Igreja de Cristo (Deus), colocando um em primeiro e outro em terceiro lugar, considerando cabeça e corpo (Cl 1.18,24).  Estou induzido a crer que o argumento serve a defesa própria, familiar ou a interesses direcionados. É claro que se diria referir-se a igreja instituição, no sentido material ou social, pergunto: seria mesmo?  Ainda não encontrei respaldo para amar coisas (1Jo 2.15).
Nesse panorama, a regra embala uma filosofia social e corporativista, ou com muito esforço uma associação ao estilo patriarcal, misturando AT e NT, incompatibilizando o princípio da relação que rege a congregação dos santos nos moldes do NT.
Enfim, esse “pódio” decadente é um paradoxo com esforço consciente ou não, para separar filosoficamente a instituição “igreja”, de Cristo em nossas mentes, sem darmos conta do absurdo arquitetado. Assim como não nos é permitido separar o joio do trigo ou o corpo do espírito, também não temos de separar igreja instituição do seu sentido e objetivo espiritual. Nosso desafio é trabalhar, e que ambos continuem intrínsecos em nossos pensamentos e atos.
“Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes” (1Co 15.33).

terça-feira, 30 de agosto de 2011

OS “REIS” QUE CONTINUAM TENTANDO DESTRUIR A PALAVRA DE DEUS ESCRITA


Pr Dinelcir de Souza Lima

Há um episódio na História do povo de Deus, no tempo de Jeremias, que é um quadro vivo do que acontece ainda hoje também no meio do povo de Deus. Naquele tempo do povo judeu, hoje das igrejas de Cristo.
Está registrado em Jeremias 36:1-23. Se resume no seguinte: Deus havia mandado que Jeremias escrevesse em um rolo todas as palavras que Ele havia dito a Jeremias de Israel, e de Judá e de todas as nações do mundo, desde o início do seu ministério, desde os tempos do rei Josias. O objetivo de Deus era avisar de todo o mal que Ele intentava fazer contra Judá, na esperança de que o povo ouvisse, se convertesse e fosse perdoado das suas maldades e pecados. Era um texto muito duro, pesado de ser ouvido, mas que surtiria efeito favorável ao povo se desse ouvidos à Palavra de Deus escrita.
O livro foi lido diante de toda a liderança do povo que ficou muito preocupada e que o levou para ser lido diante do rei Joaquim. Quando foram lidas três ou quatro folhas apenas, o rei cortou o livro com um canivete de escrivão e o lançou ao fogo. Destruiu a Palavra de Deus escrita e, o que impressiona, o fez com um instrumento que era utilizado exatamente na preservação da Lei, já que era um dos instrumentos utilizados por escribas.
Joaquim cometeu um ato abominável de rejeição total ao que Deus mandou que fosse escrito pelo profeta. Qualquer leitor que tenha temor a Deus fica boquiaberto com a atitude daquele homem iníquo. Mas, por que não ficamos boquiabertos com as atitudes de tantos “reis” contemporâneos, que lideram igrejas de Cristo, que lideram organizações religiosas que se dizem cristãs e que fazem a mesma coisa que Joaquim? A mesma coisa em termos porque não cortam Bíblias e as lançam no fogo. Mas que adulteram o texto bíblico, que interpretam conforme suas próprias conveniências, que contextualizam o texto conforme o ambiente em que utilizam, que deixam de lado em seus púlpitos e práticas cotidianas?
O fim de Joaquim foi terrível. O texto registra o anúncio de Deus sobre o que aconteceria a ele. E a Joaquim, rei de Judá, dirás: Assim diz o Senhor: Tu queimaste este rolo, dizendo: Por que escreveste nele anunciando: Certamente virá o rei de Babilônia, e destruirá esta terra e fará cessar nela homens e animais?
Portanto assim diz o Senhor, acerca de Joaquim, rei de Judá: Não terá quem se assente sobre o trono de Davi, e será lançado o seu cadáver ao calor de dia, e à geada de noite.
E visitarei sobre ele, e sobre a sua semente, e sobre os seus servos, a sua iniqüidade; e trarei sobre ele e sobre os moradores de Jerusalém, e sobre os homens de Judá, todo aquele mal que lhes tenho falado, e não ouviram.”

Certamente que o fim daqueles que nos dias atuais ainda tentam destruir a Palavra de Deus escrita não será menos rigoroso que o de Joaquim.

Verdadeiros e falsos profetas


Ser tratado como verdadeiro pregador da Palavra de Deus é ser odiado, é ser segregado, é ser injuriado e é ter o nome rejeitado por causa de Cristo. Mas é sinônimo de bem-aventurança, deve ser motivo de exultação.

Porém, ser tratado como um falso profeta é ser bem afamado pela humanidade, e é sinônimo de estar em má situação aos olhos de Cristo.
Vejam o que ele diz em Lucas 6:22,23,26): “Bem-aventurados  sereis quando os homens vos aborrecerem e quando vos separarem, e vos injuriarem, e rejeitarem o vosso nome como mau, por causa do Filho do homem.
Folgai nesse dia, exultai; porque, eis que é grande o vosso galardão no céu, pois assim faziam os seus pais aos profetas.
Ai de vós quando todos os homens de vós disserem bem, porque assim faziam seus pais aos falsos profetas.”

Fica, então, a pergunta: Por que tantos batistas se esforçam para serem exaltados pela humanidade que a cada dia rejeita mais a Cristo como o Filho de Deus, Salvador, deixando de pregar a mensagem da necessidade do arrependimento do pecado e do único caminho para a vida eterna?